terça-feira, maio 18, 2010
domingo, maio 16, 2010
As escolhas do professor XII
O livro chama-se Poland, e pertence a uma colecção chamada Modern World Nations. Quem o publicou em 2008 foi um geógrafo cultural chamado Zoran Pavlovic (nascido algures pelos balcãs) mas actualmente a viver nos EUA.Como esperava, o livro é super-ligeiro, comprimindo em 120 páginas uma caracterização da Polónia (cultura, pessoas, história, geografia, economia, política, etc). É pois uma boa leitura para quem não conhece nada da Polónia e/ou não tem pachorra para ler muito.
sábado, maio 15, 2010
Cinema polaco II - Bronson afinal era Buchinsky
Pese embora tenha nascido nos EUA, a sua família veio do sul da Lituânia (numa cidade que após a I GG pertencia à Polónia). Pelo que dizer que ele tem origem polaca até é abusivo, a começar pelo seu aspecto. Pesquisando um pouco na wikipédia, rapidamente surge a explicação: é que o seu pai tinha descendência Tártara.
Acho pois que na Polónia, quando se fala de cinema em vez de se perder tempo com Wajda ou o criminoso foragido do Polański, Charles Buchinsky (ou Bronson) é que merece ser a referência. Pelo menos para mim é-o. Quantos filmes não vi eu dele, em que sendo um pai de família uns mauzões lhe matavam/raptavam/violavam a mulher e/ou filha(s), pelo que ele num acto de raiva e vingança aviava todos à porrada e ao tiro. Pelo que das duas uma, ou os filmes dele eram sempre o mesmo, ou a RTP repetia sempre aquele filme. quarta-feira, maio 12, 2010
Antroponímia II
Já por aqui foi dado um lamiré sobre os nomes dos polacos. Agora vou focar-me na sina que muitos deles carregam quando têm de dizer mesmo só o primeiro nome a um estrangeiro que não perceba patavina de polaco.
Um Władysław ou mesmo um Andrzej percebe-se que optem por transformar o seu nome em algo mais anglo-saxónico. Agora, como eu cheguei a ouvir pessoalmente, apresentarem-se como Peter (em vez de Piotr) ou Martin (Marcin) já é exagero. Já me bastou ter ouvido muitíssimas vezes a malta ter dito o meu nome mudando uma letrita no fim para aquilo soar a espanhol para ficar cheio de azia, quanto mais ser eu próprio a amputar o meu nome. Cruzes credo.
Ps: No caso de uma polaca, provavelmente um estrangeiro também não percebe muito bem o seu nome, mas aí já não é um problema linguístico, mas de desconcentração.
terça-feira, abril 27, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
Smoleńsk, 10.4.2010...
..traduz-se na maior tragédia ocorrida na Polónia desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Com certeza que a morte de um presidente de um país (mesmo que a maioria da população até discordava fortemente das suas posições) num acidente de avião já é algo de trágico em si mesmo.Mas morrer o presidente, a cúpula do exército, um conjunto de figuras políticas muito relevantes da luta anti-comunista num acidente com um avião russo, na Rússia, a escassos km de Katyń (onde há 70 anos foram executados 20000 militares da elite polaca pelos russos) para onde iam para prestar homenagem às vítimas é daquelas situações em que mesmo quem não acredite em nenhuma entidade suprema, pelo menos questiona-se sobre a existência ou não de algo como destino ou sina. E em tudo isto, a carga simbólica é avassaladora.
Ps: E até no funeral de Lech Kaczyński, mais uma ironia histórica. O mais alto representante estrangeiro presente foi o presidente da Rússia, não tendo estado nenhum governante dos países aliados da II Guerra Mundial (Reino Unido, França, EUA).
domingo, abril 11, 2010
A história por vezes repete-se...
...e o que aconteceu em Smoleńsk prova esta triste circunstância. E é inevitável pensar na suprema ironia dos vários factos em torno desta tragédia para a Polónia.
Na esperança que isto aumente a união dos polacos, as minhas sentidas condolências (moje najgłębsze kondolencje).
terça-feira, abril 06, 2010
domingo, março 28, 2010
Viagens na terra de outros - Piła
Uns 150km a norte de Poznań fica a cidade de Piła (diz-se Piua). Só fui lá em trabalho, por isso não deu para conhecer praticamente nada. Todavia, e tendo em conta a paisagem envolvente, percebe-se completamente a razão do nome da terra, que significa serra (de serrar) em português. De facto, toda esta região é bastante bonita devido às suas florestas cerradas de pinheiros, salpicadas aqui ou ali por pequenos lagos.
A cidade em si, fruto da destruição na IIGG, foi praticamente arrasada (90% do centro histórico), pelo que não exisitem muitos edifícios de influência alemã como eu esperava - a cidade foi prussiana/alemã entre 1772 e 1945. Cidade pequena (75000hab) segundo me foi dado a entender, sofre bastante com falta de motivos para os jovens permanecerem na cidade. Para mais info, ver www.pila.pl/.

terça-feira, março 16, 2010
Franchising à polaco
No lado esquerdo estão os logos das marcas originais dos States. À direita, a interpretação polaca. Quais direitos de master franchising qual carapuça.
Isto só me lembra aquelas marcas de motos que existem na China, cópias da Honda, Suzuki ou Yamaha e onde só mudam uma letra do nome da marca.
domingo, março 14, 2010
Toponímia na Polónia
Isto lembra-me a dificuldade que tive nos primeiros dois meses para pronunciar o nome de uma rotunda onde passava todos os dias (duas vezes) chamada Rondo Grzegórzecka. Quase que dei em doido por essa minha incapacidade de aprendizagem.
Claro está que depois há os clássicos. Os fáceis Łódź ou Wrocław, mas que muitos Erasmus não conseguem aprender em 6 meses (ou quadros de empresas com vários anos de Polónia) como já testemunhei. Um intermédio como Szczecin. E claro, a famosa localidade de Szczebrzeszyn, cuja pronúncia (ou tentativa) para mim é o suficiente para poder avaliar o nível de polaco de um estrangeiro.
segunda-feira, março 08, 2010
Pilas murchas.....e o burro é o polaco???
Nota: No ranking de países, a Polónia está no 13º lugar.......Portugal em 56º (atrás da Colômbia). http://ratings.fide.com/topfed.phtml
domingo, fevereiro 28, 2010
EDP Renováveis na Polónia - Energia Eólica
Nestas coisas da energia eólica, é sempre preciso sempre ter uma análise crítica face aos valores de MW em pipeline. É que quando se fala que têm 1000MW, quer dizer que no total de projectos que estão a trabalhar, esse é o valor se tudo corresse a 100%. Não corre. Aliás, desde o início até à entrada em operação de um parque eólico, nunca menos de 7 anos. Daí a EDP ter entrado na Polónia logo pela compra de uma empresa que já tinha pelo menos um parque a jeito de começar a ser construido. Foi pois em 2009 que entrou em funcionamento o parque de Margonin (fica uns 120km a norte de Poznań) com uma capacidade de 120MW e que faz parte de um parque planeado que quando finalizado terá 240MW. E com 120MW é o parque de maior dimensão na Polónia, sendo que o segundo tem praticamente metade da dimensão, estando assim de acordo com o objectivo da EDP Renováveis de ser o líder na Polónia. Convém referir que a potência eólica instalada na Polónia é de 725MW (tendo duplicado sempre entre os anos 2005 e 2008), em Portugal são 3535MW e na Alemanha (que em termos de condições de vento é muito similar à Polónia) são 25100MW.
É pois um mercado com uma capacidade instalada diminuta, e em que o principal óbice a um maior crescimento nem é tanto a burocracia (que é grande e chata), mas sim as fracas condições da rede eléctrica. A zona com melhores condições de vento situa-se na plana faixa de costa entre Gdańsk e Szczecin, e de facto foi onde surgiram a maioria dos primeiros parques de média dimensão pois aqui é relativamente fácil encontrar ventos de 7 ou 8m/s. Mas uma vez que é uma zona com pouca população, a rede eléctrica é fraca, o que dificulta/impossibilita mais ligações. Na Polónia, zonas elevadas só no sul, e o vento é demasiado inconstante, por isso ao contrário de Portugal, as torres estão sempre em planícies.
Além do mais, outro grande problema são os carecas da Quercus lá da Polónia. É que as zonas com melhor vento ficam quase invariavelmente em zonas de protecção natural, e ainda se mantém aquele mito de que as pás das torres são uma chacina para a passarada. Tendo em conta que centrais eléctricas a carvão são aos pontapés na Polónia, é curioso que se ponham tantos obstáculos ambientais à energia eólica.
Para mais info, ver: www.pigeo.org.pl/; http://www.pwea.pl/; http://www.seo.org.pl/; www.edprenovaveis.com.
domingo, fevereiro 21, 2010
História da Polónia às três pancadas - XVIII
Pese embora o início oficial da 2ª Guerra Mundial seja a 1 de Setembro de 1939, já no ano anterior com a anexação da Aústria e da Checoslováquia tinha ocorrido o prelúdio da mesma. França e o Reino Unido não declararam guerra à Alemanha nessa altura, mas em Março de 1939 assinaram um acordo com a Polónia em que garantiam o seu apoio à sua manutenção de independência. O facto é que em Agosto de 1939 foi assinado o acordo de partilha entre alemães e soviéticos e a 1 de Setembro deu-se a invasão militar.
A Wehrmacht começou pela cidade de Gdańsk (para os alemães Danzig), os polacos lutaram e muito, mas quando a 17 de Setembro os soviéticos invadiram pelo leste da Polónia (cumprindo o tratado assinado), se dúvidas houvessem, a Polónia estava condenada. O Reino Unido e a França declararam guerra à Alemanha logo no dia 3 de Setembro, mas os factos é que no final de Setembro toda a Polónia estava invadida. Todavia não existiu uma rendição formal por parte dos polacos, passando o governo para o exílio em Inglaterra através de Władysław Sikorski. Apoio efectivo e militar por parte dos aliados França e Reino Unido não chegou nesta altura da invasão.
sábado, fevereiro 20, 2010
Monos Comunistas IV - Spodek
Esta é a foto do Spodek, em Katowice, e pelo que consta ainda é o maior pavilhão multiusos da Polónia. Inaugurado em 1971, até é injusto apelidar isto de mono pois até tem o seu interesse arquitectónico e acima de tudo de engenharia. Infelizmente, só tive a oportunidade de passar lá ao pé, não chegando a entrar. A verdade é que mesmo agora este edifício parece algo estranho. Mais info em inglês em http://en.wikipedia.org/wiki/Spodek.terça-feira, fevereiro 16, 2010
Todo Terreno na Polónia
Mas com jeito, ainda se conseguem ver uns jipes usados no dia-a-dia. O primeiro dispensa apresentações, e é de facto um dos melhores jipes que se podem ainda hoje comprar. O preço é que é sempre puxadote. Como não podia deixar de ser, vi este Mercedes várias vezes em pleno centro de Varsóvia no mesmo sítio e só lhe falta o snorkel e mudar os pneus para ir para a lama em estilo.
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Animação de Rua em Cracóvia - Coros
Ao passo que em Portugal, grupos corais é sinónimo de padrecas e beatas numa igreja praticamente vazia, na Polónia até na rua e de forma relativamente espontânea, se pode ouvir música coral. Isto foi gravado na principal rua de Cracóvia, Maio de 2007 salvo erro (chiça, quase 3 anos já passaram), estavam a praticar e ainda a ganhar uns trocos extra com o espectáculo de rua.
domingo, fevereiro 07, 2010
sábado, janeiro 30, 2010
Guia Mabor - Clubes V
Este clube, o Terytorium (http://www.klubterytorium.pl/) não é propriamente o meu favorito em Poznań quer pela música quer pelo espaço em si. Começando pela música, normalmente varia entre house e música para pastilhados. Not my cup of tea.
Quanto ao espaço, tem um pequeno bar no lobbie de entrada, mas o clube propriamente dito é na cave. Se bem me lembro tem para aí umas 3 ou 4 salas com mesas onde dá para estar a conversar ou a fazer outra coisa qualquer, o que é a boa parte. A má, é mesmo a zona da pista. Decoração foleira, demasiado espalhafatosa, muita cor vermelha, a bolinha de cristal ao centro e de quando em quando libertam-se fumos (o que é sempre uma grande ideia numa cave). O lado positivo da coisa é que é um clube frequentado por estudantes universitários, mas daqueles que tomam banho, e em termos de chatices com malta menos educada nunca lá vi.
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Economia.....e o burro é o polaco???
Hoje pode-se ler que a Polónia foi o único país da EU-27 a evitar uma recessão, tendo o PIB em 2009 crescido 1,7%! http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601095&sid=aCs4D7W7S9bg.
Do outro lado da balança, os PIGS (onde Portugal se inclui) se não ganham juízo e começam a definir planos sérios para reduzir a despesa pública arranjam um caldinho para o EURO que não é brincadeira. http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aC3jMYma2bW4&pos=6 .
domingo, janeiro 24, 2010
E nos entretantos estão no Inverno
E como a imagem acima comprova, desmascaro só aqui dois mitos que de forma recorrentemente incorrecta são invocados. O primeiro é que "se podem passar meses sem ver a luz do sol". Então que querem mais? Quatro dias seguidos de céu limpo ou pouco nublado, e decerto uns dias lindíssimos!! Só não veem o sol se não quiserem.
O segundo, é que existem sempre uns nevões do caraças, que cobrem os carros com vários palmos de neve, e que depois passam eternidades a limpar os carros, ou os passeios. Nesta previsão acima, não vejo nenhuma queda de neve, mas se calhar sou eu que estou a ver mal a coisa.
Ok, arrefece um pouco mais do que o habitual durante a noite, mas também, de noite é para estar em casa, não para andar ao laré.
sábado, janeiro 16, 2010
Aparte linguístico
Quando fui para a Polónia, fui com a ilusão de pensar que ia melhorar o meu inglês pois estaria a trabalhar num ambiente multicultural e num país estrangeiro. Vão pensamento, pois cedo me apercebi que ia piorar. E piorou.
Agora que estou em Portugal, estou a sentir que o meu nível de português também pode ser afectado negativamente, pois são muitos os portugueses que falam/escrevem mal à brava. E não me estou a referir aos adolescentes k eskrevem usando linguagem das mensagens escritas. Um amigo de um amigo enviou-me uma apresentação dada em aula por um professor universitário (e de uma universidade com renome.....só em Portugal, claro). Passo a enunciar alguns exemplos do que refiro:
"...As equipas ou indivíduos, a representar cada uma dos ministérios, deve ser diferentes..."
"...de acordo com o acima mencionada..."
"...clarificar se devem funcionário ou outros interessados deve fazer verificação de informação..."
"...as premissas e que essa análise de fundamenta..."
E escuso-me de colocar aqui as falhas na acentuação. Assim não surpreende que os alunos jovens de hoje falem cada vez pior português. A culpa primária acredito que não seja deles, talvez seja dos professores que enfim....nem sequer sabem para eles próprios.
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Polishspotting (em Lisboa) IV
Quando? Um qualquer sábado, há dois meses atrás. Onde? Metropolitano, linha verde. Quem? Dois homens nos seus 40 anos.
Entraram na estação dos Anjos, com roupa de trabalho da construção e pese embora algum barulho, bastaram algumas palavras (incluindo kurw*) para confirmar que eram polacos. E pelo que falavam, deu para perceber que pelo menos de Lisboa ainda não tinham muito tempo. Isto porque um deles estava a dizer que tinham feito burrada ao seguir na direcção baixa-chiado e que depois tinham de mudar de linha duas vezes, quando na verdade iam para a cidade universitária. Tinham sem dúvida um sotaque forte, mas não consigo ainda identificar de onde são os sotaques polacos (o meu palpite é que seja do sudeste). Não me apeteceu meter conversa.
domingo, janeiro 10, 2010
Mitos VIII - Na Polónia só há polacos
Este ponto se calhar não é bem um mito. Em termos estritos, de facto já existem umas quantas dezenas de milhares de estrangeiros a trabalhar ou estudar na Polónia. Por exemplo não é dificil encontrar nas grandes cidades pessoas nos seus 40 anos que vieram por exemplo de paises africanos estudar para a Polónia e assentaram raízes. Ou refugiados. Ou vietnamitas que tipicamente trabalham na área de restauração. Ou estudantes da Bielorrússia ou Ucrânia que pela proximidade e pelo facto de a Polónia já ser da União Europeia escolhem-na para fazer a universidade. E claro, são visiveis os expatriados de países da Europa Ocidental e dos EUA, assim como as manadas de Erasmus.
Mas não me parece que se consiga identificar nenhuma grande comunidade estrangeira a viver na Polónia. Por exemplo, a comunidade polaca na Irlanda dá nas vistas pelo seu número e concentração (tal como p.ex. os brasileiros em Portugal). A mais relevante são os ucranianos, e só são cerca de 0,6% da população (cerca de 230000)
Já agora como nota de rodapé, convém ter algum cuidado quando se conhece algum estrangeiro para não começar logo a dizer cobras e lagartos acerca da Polónia. Conheci alguns estrangeiros com dupla nacionalidade/descendentes, de Portugal e dos EUA particularmente, mas felizmente nunca cometi nenhuma gafe grave.
sexta-feira, janeiro 01, 2010
Viagens na terra de outros - Białystok
Białystok, cidade praticamente a dois passos da fronteira com a Bielorrússia é também a maior cidade do Nordeste da Polónia. Zona pobre esta (das mais pobres da Polónia) pelo que olhando para esta cidade é dificil dizer que se trata do Centro da Europa. Não, é Leste da Europa.
Como cidade para fazer turismo, realmente existem dezenas de outras opções mais óbvias. Todavia, acima de tudo, como cidade fronteiriça existe uma forte mescla cultural. Até porque do outro lado está um país com uma ditadura à moda antiga, além de um passado de grande diversidade. Infelizmente, e como só fiz uma paragem de algumas horas entre uma viagem rumo à Lituânia não deu para explorar convenientemente a cidade neste ponto. Tem um palácio engraçado, umas igrejas (católicas e ortodoxas) e em termos de monumentos e de arquitectura é mesmo só isto.
Mas, esta cidade é berço de duas pérolas polacas. A primeira, é o facto de ser o principal centro de produção de álcool da Polónia e de onde é oriunda a magnífica Żubrówka. A segunda, e mais interessante, é que foi nesta cidade que nasceu o Esperanto, língua criada pelo judeu Ludovic Zamenhof. Fundamental citar o extracto de uma das suas cartas para explicar a necessidade de criar a língua no final do século XIX: "The place where I was born and spent my childhood gave direction to all my future struggles. In Bialystok the inhabitants were divided into four distinct elements: Russians, Poles, Germans and Jews; each of these spoke their own language and looked on all the others as enemies. In such a town a sensitive nature feels more acutely than elsewhere the misery caused by language division and sees at every step that the diversity of languages is the first, or at least the most influential, basis for the separation of the human family into groups of enemies. I was brought up as an idealist; I was taught that all people were brothers, while outside in the street at every step I felt that there were no people, only Russians, Poles, Germans, Jews and so on. This was always a great torment to my infant mind, although many people may smile at such an 'anguish for the world' in a child. Since at that time I thought that 'grown-ups' were omnipotent, so I often said to myself that when I grew up I would certainly destroy this evil"
Para mais informação ver http://en.wikipedia.org/wiki/Bia%C5%82ystok e http://en.wikipedia.org/wiki/Esperanto . Pacon!.
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