Quanto às saquetas, convém prestar atenção às instruções de uso:
domingo, junho 08, 2008
Arroz polaquinho
Quanto às saquetas, convém prestar atenção às instruções de uso:
quarta-feira, junho 04, 2008
sábado, maio 31, 2008
Porque escolhi a Polónia mais uma vez...
Na verdade estava farto de um país como Portugal onde no início de Junho as temperaturas máximas não passam de uns míseros 22 graus. Aqui sim, já dá para andar no carro, e passados 5 minutos já tar com a camisa toda bem encharcadona de suor como num Verão à boa velha maneira portuguesa.
quinta-feira, maio 29, 2008
Canidiu polacu
Serve o presente para expôr aqui publicamente duas situações que demonstram de maneira explícita que a Polónia não é nada um país atrasado, e isso está patente nos próprios animais de estimação.A primeira foto mostra um cão com uns óculos de sol postos. Primeiro há que fazer uma vénia ao dono do animal pela ideia parv....gira que teve. Deste modo o canídeo pode assim proteger os olhos dos raios ultravioleta, assim como retardar o aparecimento das rugas. Todavia, há ainda arestas a limar, pois os óculos estão bastante descaidos no nari...focinho do bicho, tornando-se assim um mero fashion statement.

A segunda foto é um pouco menos perceptível, pelo que passo a explicar: um cão vai na rua levando na boca uma lata de cerveja que o alcoólico dono cinquentão acabou de comprar. Várias ideias passaram pela minha cabeça quando vi isto. A primeira foi: “tá giro, ora aqui está um cão rafeiroso obediente”. A segunda foi mais algo do género “que grande javardice depois ir beber a cerveja quando a lata esteve na boca de um cão”. Mas imediatamente me lembrei que pessoas supostamente de estratos sociais superiores são capazes de estar por exemplo numa mesa de restaurante a comer e com o cãozinho a pilhas ao colo e à mesa. Ao menos este está a fazer algo de útil.
domingo, maio 25, 2008
Não há duas sem três....
e por isso foi chegada a vez de Varsóvia me ter como seu habitante. Este é portanto um blog que já vai em triologia.
sexta-feira, maio 16, 2008
Febre da bola
Falta cerca de um mês para o início do Euro2008, e em Portugal já se anda a entreter o povo com o analgésico preferido pela maioria: futebol. Portanto, desde há uns dias e nos próximos 2 meses, a nossa fulgurante economia que vai crescer a uns assombrosos 1,5% vai ser relegada para 2º plano. Até porque sabemos bem de quem é a culpa disso: dos Espanhois cuja economia também se retraiu e dos tipos da OPEP e dos especuladores do arroz. Malandros.
Não digo que na Polónia não se fale em futebol, e muito mais quando eles vão organizar o Euro2012, mas da experiência que tive na Polónia, tirando os holligans apoiantes das equipas, a população em geral só liga à bola em situações excepcionais. Por exemplo, estou a lembrar-me da dificuldade que tive em encontrar um bar para ver o último jogo Portugal-Polónia em Setembro do ano passado. Estava numa cidade grande (Gdańsk), e não foi fácil encontrar uma TV a passar a bola, havendo mesmo sitios que tinham TV mas que estavam a passar.....concertozinho jazz.
Não estou com isto a dizer que os polacos são mais resistentes ao conceito de "pão e circo" que os portugueses. Prefiro não dizer qual é o "circo" mais popular na Polónia, mas em Portugal nada melhor do que o futebol para entorpecer a plebe. Irra, que mete fastio.
quinta-feira, maio 08, 2008
Monos Comunistas I
Abro aqui mais uma rúbrica, esta especialmente dedicada à porcaria arquitectónica que os comunistas fizeram na Polónia. Este exemplo está situado na cidade de Rzeszów (sudeste da Polónia). A foto não é clara, mas esta coisa manda-se à vontadinha para uns 30m de altura para que se veja mêmo, mêmo bem. Ao lado deste "monumento" encontra-se agora um skate-park. quinta-feira, maio 01, 2008
quarta-feira, abril 30, 2008
Tropa fandanga
Primeiro há que contextualizar onde foram tiradas estas fotografias. Foi num festival aéreo que ocorreu no ano passado em Cracóvia. Apesar de não ter sido militar, e se calhar mesmo por isso, é natural que eu não perceba muito bem estas fotos.Foto 1: Então, mas este grupo vai em formação ou não. No meu entender, parece que sim porque vai um tipo que aparenta ser de maior patente à frente, e depois vem a rapaziada em grupos de dois a dois. Mas ora uns caminham com a cabeça baixa, ora outros parece que se arrastam e numa pose demasiado descontraída. Bom, se calhar estou a exagerar na análise.
Foto 2: Então, mas um militar, ainda para mais num local público vai a caminhar em formação e a falar ao telemóvel? Mas o que é isto? Bandalheira, está visto.
Foto 2: Então, mas um militar, ainda para mais num local público vai a caminhar em formação e a falar ao telemóvel? Mas o que é isto? Bandalheira, está visto.
Foto 3: Marchar com um saco de plástico já seria mau. Com um saco cor de rosinha é péssimo. Com um saco cor de rosinha e a dizer "pretty", está mais que visto quem é que é a maluca da caserna. Aiii, fiiilha!
quarta-feira, abril 23, 2008
Naperons tugas na Polónia
Este é o aspecto de uma loja que existe no Centro Comercial mais conhecido de Poznań. Portanto, para todo o tuga que emigre e se esqueceu do toalhão turco (mas feito em Portugal), de uns pratos catitas ou por exemplo de tapetes, escusa de pedir para lhe mandarem vir isso pelo correio. Pode comprar na Polónia, porventura com um pequenito (ou não caso seja como com os vinhos) acréscimo no preço. Durante as várias vezes que passei perto desta loja (cerca de 40m2) nunca lá vi mais do que dois clientes ao mesmo tempo, sendo que muitas vezes não via mesmo clientes. Obviamente que o seu público-alvo é a classe alta.
terça-feira, abril 22, 2008
Estereótipo da Aldeia Polaca
Não é preciso procurar muito para encontrar estas imagens, e neste caso esta foto foi tirada numa pequena localidade uns 30km para sul de Poznań. Para mim, o que me causa mesmo estranheza é a chaminé, pois saudades tenho quando a rua da casa dos meus pais era de terra batida e com buracos (sinónimo de sossego).
Ps: Não, não cresci num bairro clandestino se foi isso que pensaram!
quarta-feira, abril 16, 2008
Guia Mabor - Restaurantes III
Por isso, o meu conselho é que vão sim senhor ver este sítio, mas que nem um cêntimo seja gasto neste engodo para turistas que ainda por cima é mau. Sítios com cerveja caseira não faltarão, e a comida não é nada de especial.
quinta-feira, abril 10, 2008
As escolhas do professor XI
Apenas um pequeno comentário: em vez de um W.T. Walsh a escrever sobre Fátima, acho que teria ficado muito mais contente ao ver este livro se o autor fosse um J.M. Silva ou um A.C. Lopes. Mas até na escrita de livros religiosos fica patente a dificuldade em Portugal se afirmar no exterior.
segunda-feira, abril 07, 2008
Viagens na terra de outros - Gniezno
Curta referência para uma cidade, que entre os portugas é conhecida como a Guimarães polaca. Isto porque Gniezno é conhecida (ou pelo menos tem a pole-position) como tendo sido a primeira capital da Polónia. Fica a cerca de 50km para leste de Poznań, e é das poucas cidades polacas onde estive que efectivamente tem algumas ruas com inclinação. Tendo sido visitada à pressa e com um dia chuvoso, não há fotos de jeito para mostrar. Não é de todo a cidade mais popular em termos turísticos, e em meio dia facilmente se vêem todos os pontos mais interessantes do burgo.
Depois de uma história rica, hoje em dia Gniezno é mais conhecida por ter muitos stands de automóveis, obviamente na sua maioria vindos em atrelados desde a Alemanha. E ao fim de semana, aquilo parece uma enorme feira.
domingo, abril 06, 2008
Da Polónia a Portugal num Fiat 126P
Porque os tempos mudam, as modas já não são as mesmas que à 4/5 anos atrás, e também porque não se proporcionou a situação, não foi possível no meu regresso a Portugal trazer uma polaca. No entanto, entendi que devia trazer uma boa recordação da Polónia, pelo que quase ou tão valioso que uma mulher, é um carro. E como carro polaco já tinha, após algumas semanas de preparação, eu e o meu Fiat 126P EL fizemo-nos à estrada de armas e bagagens.Num acto de serviço público, e porque entendo que pode ser útil aos muitos interessados em fazer uma viagem de 3900km ou mais num Fiat Maluch, decidi criar um blog à parte somente dedicado ao meu pequenito amarelo. Desta vez, o mesmo será (mal?) escrito em inglês para que todas as pessoas que me ajudaram nesta viagem possam perceber. Como é visível pela foto, de facto cheguei a Portugal no carro, e isso prova duas coisas: o carro é fiável e eu consigo conduzir sem ter pata de urso. Brevemente, num blog perto de si (http://fiat126pf.blogspot.com/).
quinta-feira, março 27, 2008
Piada sobre polacos
Quando vi esta piadola num site de um tuga (http://jogodasueca.blogs.sapo.pt/) que viveu na Suécia, tinha de colocar isto no meu blog. Portanto, inauguro aqui a rubrica: piadas sobre polacos.
A- Sabes o que é que os polacos fazem quando viajam para a Suécia?
B- Não.
A- Enchem a bagageira do carro de álcool e metem-se no ferry. Quando chegam à Suécia, vendem as bebidas e ficam logo com 3 meses de salário do país deles.
B- Então mas se trazem tanto álcool não têm de declarar na alfândega?
A- Pois, realmente se forem apanhados vão para a prisão. Mas enquanto estão presos recebem o equivalente a 2 meses de salários na Polónia.
quarta-feira, março 26, 2008
Primeiras-Damas = sinal desenvolvimento
Na foto acima podemos ver de branco a primeira-dama da Polónia (a economista Maria Kaczynski). Nós em Portugal temos a nossa Maria Cavaco (professora de literatura portuguesa). Em França, quem é a primeira dama: Carla Bruni! Pergunta de algibeira: qual destes países é o mais desenvolvido?Nota: Apre, que a senhora polaca....minha nossa que parece saída de um filme (do Fantasporto).
terça-feira, março 25, 2008
Universidade na Polónia - trabalhar/estudar
Quando falei deste assunto esqueci-me de relatar em como é bastante mais natural os estudantes universitários aqui trabalharem. Quer seja somente nas férias (a apanhar vegetais ou frutas num qualquer país durante o verão) ou mesmo durante o normal período escolar. Nunca mais me esqueço da teoria dos professores da universidade onde andei a "estudar", em que eles diziam que não deviam haver trabalhadores-estudantes ali, porque era para um curso para ser levado a tempo-inteiro. E é minha forte sensação de que em Portugal ainda persiste o provincianismo de que o estudante que tenha de trabalhar é um coitadinho desfavorecido.
Ao passo que na Polónia muitos mais estudantes estudam e trabalham ao mesmo tempo. Agora, que mantenho a minha sensação que o ensino na Polónia é mais fácil de cumprir, mantenho. Mas se em Portugal somos mais exigentes (algumas vezes, com poucas razões lógicas para tal), também pecamos por muitos estudantes sairem das faculdades sem nunca terem trabalhado. O que é que é melhor? Como diria a Vera Roquette, agora escolha.
domingo, março 23, 2008
terça-feira, março 18, 2008
Cogumelos
Cogumelos, uma paixão polaca na sua culinária. Apesar de não ser grande entusiasta de cogumelos, é do melhorzito que já comi aqui na Polónia. Esta foto, como se pode perceber foi tirada a uma venda de rua, pelo que é muito fácil encontrar estes fungos à venda. Mais info em http://www.cracow-life.com/poland/polish-mushrooms.sábado, março 15, 2008
Guia para portugueses recém chegados à Polónia
Foi recentemente disponibilizado na página do AICEP-Polónia (http://www.ambasadaportugalii.pl/ic.html) um muito útil guia para quadros portugueses recém-chegados à Polónia. Está bastante completo para uma primeira versão, mas porventura fruto de ser elaborado por uma organização institucional e por o público-alvo não ter sido aprofundado, existem algumas lacunas as quais passo a identificar:
1) Night clubs, strip clubs e afins? Não existe informação sobre isto. Mas também não é grave, pois é dificil andar por Varsóvia sem ver flyers destes estabelecimentos por tudo quanto é sítio na rua. Agora, o espaço que dedicaram a coisas irrelevantes como música clássica e ópera podia perfeitamente dar lugar a este ponto se o problema é a falta de espaço.
2) Discotecas. Aqui há um enorme erro de palmatória, isto porque recomendam os dois sítios de Varsóvia onde a fauna é mais rica, logo propensa a um recém-chegado ficar fora de si e com as expectativas no topo. É como dar a uma pessoa que está a aprender a conduzir um F1: despiste na certa. É de todo contraproducente uma pessoa que não conhece a Polónia ir a estes sítios antes de fazer pelo menos 3 meses aqui, para que haja um período de habituação. Além disso, no Platinium e no Cinnamon nem sempre é claro quem está a caçar quem.
3) Palavras e expressões em polaco. Escrever a tradução sem indicação de qual a fonética é quase equivalente a nada. Para nós, Łódż ou Lodz diz-se da mesma maneira. Já para não falar que faltam frase cruciais para iniciar uma conversa, algo do tipo: “Sabias que eu faço uns pequenos-almoços maravilhosos?”.
1) Night clubs, strip clubs e afins? Não existe informação sobre isto. Mas também não é grave, pois é dificil andar por Varsóvia sem ver flyers destes estabelecimentos por tudo quanto é sítio na rua. Agora, o espaço que dedicaram a coisas irrelevantes como música clássica e ópera podia perfeitamente dar lugar a este ponto se o problema é a falta de espaço.
2) Discotecas. Aqui há um enorme erro de palmatória, isto porque recomendam os dois sítios de Varsóvia onde a fauna é mais rica, logo propensa a um recém-chegado ficar fora de si e com as expectativas no topo. É como dar a uma pessoa que está a aprender a conduzir um F1: despiste na certa. É de todo contraproducente uma pessoa que não conhece a Polónia ir a estes sítios antes de fazer pelo menos 3 meses aqui, para que haja um período de habituação. Além disso, no Platinium e no Cinnamon nem sempre é claro quem está a caçar quem.
3) Palavras e expressões em polaco. Escrever a tradução sem indicação de qual a fonética é quase equivalente a nada. Para nós, Łódż ou Lodz diz-se da mesma maneira. Já para não falar que faltam frase cruciais para iniciar uma conversa, algo do tipo: “Sabias que eu faço uns pequenos-almoços maravilhosos?”.
sexta-feira, março 14, 2008
Chá na Polónia
Da mesma maneira que em Portugal muitas pessoas bebem bicas de empreitada (entenda-se umas atrás das outras), pela Polónia a bebida de eleição é o chá. Pelo que me apercebi até ao momento, existem várias razões para esta boa gente beber à vontadinha uma litrada de chá por dia e passo à minha análise.
Primeiro é um produto barato, e fácil de fazer em todo o lado (fiquei surpreso ao ver em supermercados a quantidade de chaleiras eléctricas à venda nas prateleiras). Segundo, e tal como em Portugal se faz ronha usando a desculpa de ir beber um cafezinho, na Polónia também não é muito diferente, sendo aqui o bode respiratório para a ronha substituido pelo chá. Terceiro, como o “almoço” normal aqui é uma sandes por volta das 12/13h, o chá vai ajudando a enganar a fome até à primeira refeição quente do dia por volta das 16/17h. Quarto, ok a bebida é quente portanto em dias frios é bem vinda (escusado será dizer que eu não bebo nada dessas mariquices, sim porque chá é para rotos).
Para minha infelicidade perdi uma foto sublime e exemplificadora desta adição polaca que é o chá. Portanto, há falta da imagem, aqui vão as mil palavras. Imaginem um dia de Inverno, a chover, perto de zero graus por volta das 11h da manhã. Um trabalhador de fato de macaco, nas traseiras de uma carrinha das obras com um maçarico industrial nas mãos. A fazer o quê? Com o maçarico debaixo de uma chaleira de inox, que com 99% de probabilidade se destinava a aquecer água para o chá. Porra,como foi possível perder esta foto!
Primeiro é um produto barato, e fácil de fazer em todo o lado (fiquei surpreso ao ver em supermercados a quantidade de chaleiras eléctricas à venda nas prateleiras). Segundo, e tal como em Portugal se faz ronha usando a desculpa de ir beber um cafezinho, na Polónia também não é muito diferente, sendo aqui o bode respiratório para a ronha substituido pelo chá. Terceiro, como o “almoço” normal aqui é uma sandes por volta das 12/13h, o chá vai ajudando a enganar a fome até à primeira refeição quente do dia por volta das 16/17h. Quarto, ok a bebida é quente portanto em dias frios é bem vinda (escusado será dizer que eu não bebo nada dessas mariquices, sim porque chá é para rotos).
Para minha infelicidade perdi uma foto sublime e exemplificadora desta adição polaca que é o chá. Portanto, há falta da imagem, aqui vão as mil palavras. Imaginem um dia de Inverno, a chover, perto de zero graus por volta das 11h da manhã. Um trabalhador de fato de macaco, nas traseiras de uma carrinha das obras com um maçarico industrial nas mãos. A fazer o quê? Com o maçarico debaixo de uma chaleira de inox, que com 99% de probabilidade se destinava a aquecer água para o chá. Porra,como foi possível perder esta foto!
terça-feira, março 11, 2008
Sim, não, no tak = confusão
Não significa negação em português. No será em inglês. Nie em polaco. Mas em polaco, no significa sim (exemplo: No tak - sim, claro). E agora, isto já me começa a afectar o modo como eu falo português. Já sinto que pertenço àquele grupo de pessoas que inicia todas as respostas com a palavra não, do género: “Então, gostaste do filme? Não, foi espectacular” ou “Achas que devo esquecer a ideia de suicidio? Não, de facto deves”.
Isto é um hábito linguístico que é complicado de tirar e que vai exigir tempo, mas que tem de ser feito para meu bem. Senão, já tou a ver a situação extrema (hipotética atenção) que se pode gerar: “Então, aceita como sua esposa esta mulher? Não, aceito”. Aborrecido depois para explicar.....
domingo, março 09, 2008
História da Polónia às três pancadas - XI
Portanto, no início do século XVIII, com um modelo de governação fraco, e com a cada vez maior interferência dos governantes russos na gestão dos assuntos da Polónia (que sempre esteve e ainda está na fronteira entre a europa ocidental e a europa que fala russo, a funcionar como uma rolha) as coisas começaram mesmo a descambar forte e feio. Episódio elucidativo foi quando após terem elegido legalmente um rei em 1733, houve uma intervenção vinda de leste para colocar à frente da Polónia um rei mais porreiro (para os interesses russos, claro) e esse rei teve de bazar para França.
A meio deste século e por vontade do rei da Prússia, andou-se por aqui á batatada entre Polónia e Prússia numa região chamada Silésia, que a Polónia....uhm, perdeu. O objectivo seguinte da Prússia era conquistar mais território na praia (entenda-se a parte sul do Báltico).
Em 1763 surgiu um novo rei para a Polónia, que pelos vistos até tinha dado umas berleitadas (amante) com Catarina a Grande da Rússia, mas este rei tinha ideias um pouco mais reformistas para a Polónia. Convém referir que a principal fonte para estas ideias reformistas vinha de França, para onde aquele rei (Stanisław Leszczyński) que foi eleito uns anos antes se exilou. Esta foi a altura em que o iluminismo francês (Voltaires e companhia) se expressava pela Europa, e o Stanislau até escreveu em França um livro chamado “Voz livre como garantia de liberdade”. Ora como haviam ainda na Polónia algumas pessoas capazes de pensar, sentimentos de rebelião começaram a intensificar-se na segunda metade do século. E o rei que foi eleito com o apoio da Rússia em 1763 até nem desencorajava isto.
É bom de ver que a malta na Rússia tinha de encontrar uma solução para isto. Ou seria por meios políticos impedindo todas e quaisquer reformas, ou por meios militares com uma invasãozita para pôr os malandros dos polacos na ordem. Só assim, a Rússia podia ter descanso no seu quintal para a Europa. Mas ambas as soluções dariam bronca porque iam causar um alvoroço dos diabos, inclusive com a vizinhança imperial da Prússia e da Aústria. Impunha-se encontrar uma solução, uma terceira via.....
A meio deste século e por vontade do rei da Prússia, andou-se por aqui á batatada entre Polónia e Prússia numa região chamada Silésia, que a Polónia....uhm, perdeu. O objectivo seguinte da Prússia era conquistar mais território na praia (entenda-se a parte sul do Báltico).
Em 1763 surgiu um novo rei para a Polónia, que pelos vistos até tinha dado umas berleitadas (amante) com Catarina a Grande da Rússia, mas este rei tinha ideias um pouco mais reformistas para a Polónia. Convém referir que a principal fonte para estas ideias reformistas vinha de França, para onde aquele rei (Stanisław Leszczyński) que foi eleito uns anos antes se exilou. Esta foi a altura em que o iluminismo francês (Voltaires e companhia) se expressava pela Europa, e o Stanislau até escreveu em França um livro chamado “Voz livre como garantia de liberdade”. Ora como haviam ainda na Polónia algumas pessoas capazes de pensar, sentimentos de rebelião começaram a intensificar-se na segunda metade do século. E o rei que foi eleito com o apoio da Rússia em 1763 até nem desencorajava isto.
É bom de ver que a malta na Rússia tinha de encontrar uma solução para isto. Ou seria por meios políticos impedindo todas e quaisquer reformas, ou por meios militares com uma invasãozita para pôr os malandros dos polacos na ordem. Só assim, a Rússia podia ter descanso no seu quintal para a Europa. Mas ambas as soluções dariam bronca porque iam causar um alvoroço dos diabos, inclusive com a vizinhança imperial da Prússia e da Aústria. Impunha-se encontrar uma solução, uma terceira via.....
sexta-feira, março 07, 2008
Chat: Gadu-Gadu
Não sei o que quer dizer Gadu, somente usei isto umas duas vezes, mas é mais corriqueiro ser somente referido por GG. E prova da enorme capacidade de adaptação que os portugueses têm, se fizermos uma pesquisa por nomes como p.ex. João, surgem 13. Que cheira-me que só usem o GG para as suas (tentativas de) pescarias internacionais.....e não é somente para isso que isto serve???
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