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domingo, novembro 06, 2011

Łubu-dubu no more???

A coisa é simples de explicar. A escada do edifício do Łubu-dubu e do Kitsch ruiu parcialmente, e vá lá que só ficaram ligeiramente feridas 11 pessoas. A notícia (em inglês) pode ser lida aqui. Para quem não conhece do que se trata, fica aqui uma pequena descrição de 2007 escrita por mim. Aproveito ainda para citar um pequeno estrato desse texto:
" ...E a probabilidade de um edifício residencial, velho e com todo o aspecto de que não foi reforçado para aguentar o aumento de carga devido às centenas de pessoas nestes bares vir abaixo um dia destes, não é tão pequena quanto isso. Enquanto não acontece, é divertido sentir o chão a tremer com a malta aos saltos."

quarta-feira, julho 30, 2008

Falhas de comunicação com a Polícia

Situação: Vou a guiar numa estrada qualquer pelo sudeste polaco, a pisar um pouco no acelerador, mas sem excessos dentro das localidades. Acabo de fazer uma curva e numa recta de uns 600/700m a descer está lá uma placa que a mim me parecia dizer inicio de concelho. Abrando para uns 90 e picos e Páás: polícia com pistola-radar, e encosta moço! Saltando detalhes, e (se calhar feito nabo por não falar apenas inglês) dialogando com eles em polaco, a informação de que vinha a 91km/h numa zona de 50km/h. Quando eles me apanharam a 91km/h não havia uma barraca sequer em redor (só 500m à frente, e apenas duas casas). Mas não me valia a pena estar a por em causa se aquilo era uma localidade ou não, pois esse seria um jogo viciado.
Fiz portanto, o que as regras de cortesia mandam. Juntamente com os documentos do carro, estava uma notinha de 100PLN. Para meu aborrecimento não lhe tocaram, lá continuou a escrivinhar e depois lá me diz um deles:
Polícia- Pois, o que o senhor fez dá direito a x pontos, e a uma multa de 300 ou 400PLN. Quanto é que prefere pagar?
Eu- 300, claro.
Polícia- Tem dinheiro consigo?
Eu- uhm.....uhm....300 não tenho. só tenho 200. Então como é que vamos fazer?
Polícia- Ah, daqui a uns 5km há uma caixa multibanco....
Então, eu subo a parada de uma possivel "contribuição pessoal" para os 200pln, e mesmo assim eles não aceitam? Que porra, tinham logo de me calhar polícias certinhos.
Ps: ainda ouvi deles o comentário "epá, nunca tinhamos mandado parar um português. Franceses, Alemães, mas nunca um português". Estive quase vai não vai para dizer parabens. Não disse.

quarta-feira, abril 30, 2008

Tropa fandanga

Primeiro há que contextualizar onde foram tiradas estas fotografias. Foi num festival aéreo que ocorreu no ano passado em Cracóvia. Apesar de não ter sido militar, e se calhar mesmo por isso, é natural que eu não perceba muito bem estas fotos.
Foto 1: Então, mas este grupo vai em formação ou não. No meu entender, parece que sim porque vai um tipo que aparenta ser de maior patente à frente, e depois vem a rapaziada em grupos de dois a dois. Mas ora uns caminham com a cabeça baixa, ora outros parece que se arrastam e numa pose demasiado descontraída. Bom, se calhar estou a exagerar na análise.Foto 2: Então, mas um militar, ainda para mais num local público vai a caminhar em formação e a falar ao telemóvel? Mas o que é isto? Bandalheira, está visto.
Foto 3: Marchar com um saco de plástico já seria mau. Com um saco cor de rosinha é péssimo. Com um saco cor de rosinha e a dizer "pretty", está mais que visto quem é que é a maluca da caserna. Aiii, fiiilha!

quarta-feira, março 21, 2007

À vontade

Que não param nas passadeiras e que não respeitam filas já foi referido. Que demasiadas vezes como cliente sou tratado como se tivesse a fazer um favor a quem me está a atender, que pergunte quanto custa uma bebida e a pessoa me diz siedem (7) mas depois corrige para nine (9) quando percebe que sou estrangeiro são coisas que já me aconteceram, chateiam, mas fazem parte da experiência cultural.
Todavia, já por várias vezes, e espero não me estar a enganar nesta análise, verifico que regra geral (excluindo os meliantes), o respeito pela propriedade alheia é mantido. Exemplos: 1-Telemóvel deixado numa discoteca algures num banco, e passado 30 de ter saido de lá, e voltado atrás, o dito ainda se encontra no mesmo sitio. 2 - cachecol que cai na rua, não me apercebo, e vem uma senhora a correr e dá-me o mesmo. 3 - mochila pendurada num banco numa esplanada, fui esquiar durante 2horas e só depois me lembrei que me faltava algo, e fui a café dessa esplanada e lá uma senhora me deu a mochila (depois de olhar para o meu passaporte...que estava dentro da mochila). Conclusão: Eles sabem o que custa a vida, e respeitam aquilo que os outros têm.
Ps: Estes exemplos não aconteceram comigo, mas sim com amigos, porque de facto não me aconteceram a mim, não. Mesmo.
Ps2: Quem desatar a fazer experiências sociológicas para tentar comprovar isto e depois ficar sem os bens, não me meta ao barulho com as responsabilidades.

domingo, julho 30, 2006

Segurança nas ruas

Relativamente à segurança, existe uma excepção que convém desde já mencionar: neste país roubam-se carros à brava. Desaconselho vivamente visitar a Polónia com um autóvel de matrícula não polaca. Se tiver mesmo de ser, é bastante inteligente deixar o carro num parque vigiado. Ver um automóvel polaco por dentro, e os sistemas anti-roubo que eles têm é bastante curioso (o volante trancado é um opcional, mas literalmente fechar a caixa de velocidades com uma chave é algo de bastante usual em todos os carros).

Tirando isto, sinto-me bastante mais seguro em Cracóvia do que em Lisboa (ok, o facto de em Lisboa morar perto da Morais Soares vicia esta análise). Além disso, às 4 da manhã já é madrugada e quase não é necessária luz artificial. Assim, é perfeitamente natural e seguro circular a pé por qualquer área do centro de Carcóvia, a qualquer hora do dia e noite. Não se vêem tanto sem-abrigos, tantos desocupados ou simplesmente malta com um aspecto ranhoso como em Lisboa, necessitando uma pessoa de se preocupar exclusiamente em encontrar o caminho para casa após noite de copos.