Que as linhas longitudinais contínuas mereciam igual respeito por parte dos condutores polacos, do que eu dou às palavras do Mário Soares já eu sabia. Que existem sinais de trânsito que indicam que o carro deve ser estacionado metade na estrada, metade em cima do passeio (assim a modos que de ladecos), também já me habituei. Mais, que as passadeiras não passam muitas vezes de manifestações artísticas por parte dos cantoneiros polacos custou um pouco a compreender, mas já tomo os cuidados devidos para atravessar a rua.
Agora o que é inadmissível é que tenha sido alvo de uma tentativa de atropelamento (consumada para a outra pessoa que estava comigo na altura) por parte de um condutor enquanto eu estava no passeio, e aquele troglodita sobe o passeio todo à minha frente, e muito descontraidamente começa a fazer marcha-atrás como se eu fosse ali uma entidade sobrenatural, logo sem existência física (e se calhar jurídica). Sei que não se devem fazer generalizações, mas parece que a Farinha Amparo também anda a distribuir cartas de condução neste país. E ao contrário de Portugal, não é só a mulheres.
Agora o que é inadmissível é que tenha sido alvo de uma tentativa de atropelamento (consumada para a outra pessoa que estava comigo na altura) por parte de um condutor enquanto eu estava no passeio, e aquele troglodita sobe o passeio todo à minha frente, e muito descontraidamente começa a fazer marcha-atrás como se eu fosse ali uma entidade sobrenatural, logo sem existência física (e se calhar jurídica). Sei que não se devem fazer generalizações, mas parece que a Farinha Amparo também anda a distribuir cartas de condução neste país. E ao contrário de Portugal, não é só a mulheres.