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terça-feira, junho 19, 2012

Biedronka: produtos portugueses em Junho

A cadeia de lojas Biedronka aproveitou a ocasião do Campeonato Europeu de Futebol EURO 2012 para introduzir na sua oferta uma vasta escolha dos produtos alimentares portugueses.
O folheto promocional da Biedronka para o mês de Junho apresenta uma oferta seleccionada de produtos e cozinha portuguesa, bem como se faz referencia ao EURO 2004 realizado em Portugal.
Os vinhos seleccionados pela Biedronka são: Monte Velho (branco) e Monsaraz (branco e tinto) do Alentejo, Boas Vinhas (branco e rosé) do Dão, Mateus (branco e rosé), Moscatel de Setúbal e Martinez Fine White Port. Todos os vinhos levam uma curta descrição da região de origem e uma sugestão de modo de servir. Alguns dos vinhos são recomendados por um dos melhores Sommeliers  polacos, Tomasz Kolecki-Majewicz.
Da oferta dos produtos alimentares portugueses constam azeite Gallo, queijos curados São Jorge, chouriço de Fundão, bacalhau com natas e pastéis de bacalhau congelados, pêra Rocha, laranjas e de sobremesa: pastéis de nata congelados e bolachas Maria. A oferta contempla ainda alguns produtos espanhóis e gregos."

sábado, setembro 18, 2010

Hipermercados 24/7....e o burro é o polaco???

Quando em Portugal se anda por esta altura a discutir se as grandes superfícies comerciais (>  2000m2) devem estar abertas até mais tarde aos Domingos, já faz muito tempo que na Polónia existem hipermercados abertos todos os dias, 24h por dia. Como o da foto, um Tesco em Cracóvia (http://www.tesco.pl/).
Cheguei a ir a um hipermercado às 3 da matina, o que não deixa de ser uma experiência curiosa. Principalmente porque é possível ver aquilo por vezes na mais completa bagunça, com montes de paletes  no meio dos corredores, meio descarregadas. Muito interessante para um leigo ver o funcionamento do negócio.
Desengane-se porém quem julgue que ir comprar couves de bruxelas às 4 da manhã significa livrar-se de filas na caixa. É que a estas horas há para aí só umas duas ou três operadoras de caixa, e não raras vezes tinha de esperar uns 5min.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Choque cultural nos supermercados

Em Portugal, quando estamos nalgum estabelecimento comercial e se decidimos de facto pagar (cada vez mais pessoas aderem ao popular 5-finger-discount) por aquilo que queremos levar para casa, ou se paga com cartão ou com dinheiro.
Comparando com a Polónia, e acho que já referi isso algures, pagar com cartão não é assim tão comum. Muitas das vezes, mesmo para para um cartão de débito ao invés de digitar o pin, temos de assinar. Além disso, não raras vezes o cliente paga uma taxa por transacção. Logo, a malta tendencialmente paga em guito.
Em pagando em guito, em Portugal a coisa mais normal é não só a pessoa que está na caixa estender a mãozinha para receber o dinheiro, como depois nos devolver o troco directamente sobre a nossa mão. São hábitos bonitos, que demonstram uma relação de proximidade como só os latinos na Europa sabem ter (o exemplo Sarkozy-Merkel com as palmadinhas no ombro do franciú ao chanceler alemão; perdão, à chanceler). Ou então uma maneira de propagar doenças mais facilmente...
Mas na Polónia, em todo o sítio há uma pequena base ligeiramente côncava onde cliente e vendedor colocam o dinheiro. Não há cá contacto físico coisa nenhuma. Várias vezes estendi a mão para receber o troco e a senhora do outro lado coloca ao invés as moedinhas (algumas do tamanho de uma cabeça de alfinete) nessa base. E não sendo vidente, acho que o que ia no espírito dessa pessoa seria algo do género: "deves tar a pensar que eu te vou tocar oh estrangeiro porcalhão". Germofobia ou apenas hábitos diferentes? Num sei...

quarta-feira, abril 25, 2007

Sacu plasticu

Local: Cracóvia. Situação: Compras de supermercado. Que compras: pão, três latas de fruta, uma lata de feijão, dois pacotes de sumo (2L cada), três pacotes de bolachas e um garrafão de 5L água. Distância a percorrer com as compras: 100m. Duração do trajecto: 5min. Serei lento? Não terei força suficiente? Algo inesperado sucedeu? Nada disso. Culpado: o saco de plástico (4 neste caso).
Pela Polónia, nos supermercados não se paga pelos sacos de plástico (pelo menos de forma directa). Todavia, o que "oferecem" são frágeis coisas que com segurança suportam no máximo 1.5kg. E se os objectos tiverem arestas um pouco mais fortes, a probabilidade de o saco se rasgar é grande. São coisas transparentes, sem publicidade nenhuma, e semelhantes ao que em Portugal se usa para pôr a fruta. Que se evite o desperdício e tudo e tudo, coiso e tal sim senhor, mas porra, aqui cada vez que venho do supermercado fico com o coração nas mãos só de pensar que qualquer dia as minhas compras espatifam-se todas no chão, porque estes forretas têm uns sacos de plástico hiper-frágeis. A analogia que faço com isto será para o mundo do papel-higiénico. Há aquele mais barato, e que na maior parte das situações desenrasca, mas que por não ser de folha dupla, fica na loja. Há situações na vida em que não se deve arriscar.
Outra coisa onde se nota que os polacos são hiper-poupados é nos guardanapos. Quando vou ao meu estabelecimento de fast-food favorito (cujo nome começa por M, e acaba em ALDS), é naturalíssimo receber só um guardanapo. Só um!