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quarta-feira, janeiro 16, 2013

Bastardos na Polónia

Polónia, grande país católico, igrejas a abarrotar e zumba: em 2011, 21% dos bebés nascidos na Polónia são bastardos. Fruto de relações entre casais que não são casados, que vivem amantizados, casais de pecadores.
Isto traduz uma grande mudança na sociedade da Polónia, pois em 1990 o nº de filhos nascidos fora de uma relação matrimonial correspondia apenas a 6,2%. Apesar disso, ainda é um valor bastante abaixo da média da UE ( 37,4%). Em Portugal em 2010 o valor era de 41,3%. 
Fonte: http://thenews.pl

quarta-feira, dezembro 26, 2012

LGBT na Polónia

" Sessenta e três por cento dos jovens homossexuais na Polónia dizem já ter tido pensamentos suicidas, de acordo com um estudo feito pela Campanha Contra a Homofobia.
"Esses números são alarmantes: este é um problema sério que requer uma avção urgente", disse Miroslawa Makuchowska, vice-presidente da Campanha Contra a Homofobia na quinta-feira, quando o grupo divulgou pesquisa online retirada de uma amostra de 11.000 gays, lésbicas, bissexuais e o transgender (LGBT) na Polónia.
Setenta por cento afirmam esconder a sua sexualidade de amigos de escola e professores, com medo de rejeição e violência, diz o relatório.
Cinquenta e seis por cento dos entrevistados disseram que experimentaram sentimentos de solidão e isolamento, enquanto apenas 13 por cento dos jovens heterossexuais disseram sentir-se solitários.
Um em cada dez disseram que já sofreram algum tipo de violência em relação à sua sexualidade, a maioria cometidos por pessoas desconhecidas da vítima (68 por cento), mas também de pessoas na escola ou universidade (31 por cento).
Dois em cada três já tinha sofrido "agressão verbal", no entanto, principalmente de estranhos.
O relatório relata casos de discriminação contra LGBT, incluindo um dentista que disse que "se recusa a tratar bichas". Um médico disse a um paciente que "a homossexualidade é uma doença". Um padre disse em um funeral de uma pessoa gay, disse que sua morte foi "punição para o crime de sodomia", afirma um entrevistado."
Fonte: http://thenews.pl

sábado, outubro 27, 2012

Gente da minha terra Polónia

Com uns quantos meses de atraso, mas aqui está. Pérolas como: " Sabem quem nasceu aqui na Polónia? O Karol Jósef Wojtyla. O papa João Paulo II. É que eles têm esta característica. Gostam de mudar o nome para ficarem mais comerciais.  Nisto e no mau gosto para o guarda roupa são iguaizinhos aos cantores pimba."

sexta-feira, maio 25, 2012

Cultura de Negócios na Polónia

Veio recentemente um artigo de opinião no Jornal de Negócios em que a dado momento se fala do serviço ao cliente e formas de negociação na Polónia. Abaixo está o excerto:
Uma empresa que nunca trabalhou com outros mercados, deve aprender de quem já o fez antes de iniciar o processo de internacionalização. Um dos primeiros desafios é entender a cultura do país e a forma de fazer negócios. Por exemplo, os latinos tem uma tendência acentuada para a negociação, enquanto que os nórdicos preferem pagar por aquilo que procuram. Entender a cultura do país também é fundamental. No mercado polaco, do qual tenho experiência, a cultura é obviamente muito diferente da nossa. Não há formas "simpáticas" de dizer as coisas, nem mesmo quando você é um cliente que está a pagar por um serviço. Aliás, pode ter esta experiência, assim que aterra em Varsóvia e apanha um táxi. O taxista que deve servi-lo da melhor forma, porque você está a pagar pelo seu serviço, pode inclusive insultá-lo, se não se sentir confortável com o seu cliente. Ali quem manda e quem tem razão é ele, e não você como cliente, ou seja que a celebre frase de que o cliente é rei, não existe neste país.
Uma das coisas que pessoalmente aprecio neste tipo de países, é a frontalidade. Não existem rodeios, nem os famosos "paninhos quentes". Se o seu cliente está interessado, vai-lhe dizer, e se não está dirá de uma forma tão bruta que nem vai entender porque é que não lhe deu sequer oportunidade de negociar. Esta forma de trabalhar, que aliás, é prática comum em país menos democráticos e mais objectivos, e em especial no processo de internacionalização, é positiva pois evita perder tempo e em especial dinheiro."

aqui e aqui dei o meu bitaite sobre as questões dos rodeios portugueses e do serviço ao cliente na Polónia. Em todo o caso, acho que o exemplo usado dos taxistas para extrapolar que o cliente não é rei na Polónia não é o mais indicado. Porque maus taxistas, há em todo o lado. Qualquer português ou estrangeiro que apanhe um táxi no aeroporto da Portela e diga que quer ir para um sítio mais perto do que Ericeira ou Palmela habilita-se a ouvir todo um vernáculo murmurado (ou mesmo totalmente verbalizado) iniciado com as frases clássicas: "fod*-se, 3h à espera de serviço e calha-me isto. Não tenho sorte nenhuma.". 

sábado, janeiro 15, 2011

Influência dos estrangeiros no DNA polaco

Volta na volta sei de mais um português que foi recentemente pai de um filhote ou filhota fruto da relação com uma polaca. Sem dúvida que fico feliz por essa notícia, mas no entanto há uma parte de mim que se vê o potencial lado negativo disso. Passo a explicar porquê.
A história já mais do que provou quais as consequências da interacção de povos estrangeiros com comunidades indígenas. Sociedades inteiras desapareceram devido a doenças, miscelinização ocorreu, etc etc...Podemos pensar no caso do Brasil, onde os portugueses se misturam com indígenas e com escravos vindos de África. Mas vamos a ver a coisa friamente, as brasileiras mais quentes que se conhecem actualmente têm mas é todas descendência alemã, ou italiana, ou búlgara p.ex. (Gisele Bündchen, Daniela Cicarelli, Dilma Rousseff). De Portugal nicles. E todos sabemos qual a imagem da mulher portuguesa no Brasil...
É um facto que os gajos polacos não estão incluidos nos cânones da beleza estética. Mas o que é facto é que apesar disso têm consistentemente feito com que as suas esposas/amantes tenham dado à luz milhões de belas polaquinhas. E o meu receio, é que com o número crescente de estrangeiros vindos de países do sul da Europa que têm filhos com polacas, este equilíbrio seja afectado e daqui a umas gerações se vejam efeitos nefastos....Espero que sejam receios infundados e que o DNA polaco resista!

sábado, setembro 18, 2010

Hipermercados 24/7....e o burro é o polaco???

Quando em Portugal se anda por esta altura a discutir se as grandes superfícies comerciais (>  2000m2) devem estar abertas até mais tarde aos Domingos, já faz muito tempo que na Polónia existem hipermercados abertos todos os dias, 24h por dia. Como o da foto, um Tesco em Cracóvia (http://www.tesco.pl/).
Cheguei a ir a um hipermercado às 3 da matina, o que não deixa de ser uma experiência curiosa. Principalmente porque é possível ver aquilo por vezes na mais completa bagunça, com montes de paletes  no meio dos corredores, meio descarregadas. Muito interessante para um leigo ver o funcionamento do negócio.
Desengane-se porém quem julgue que ir comprar couves de bruxelas às 4 da manhã significa livrar-se de filas na caixa. É que a estas horas há para aí só umas duas ou três operadoras de caixa, e não raras vezes tinha de esperar uns 5min.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Opinião de um emigrante na Suiça sobre polacas

Extracto de um diálogo tido hoje no aeroporto de Lisboa com um emigrante português na casa dos 40 e tais a caminho do seu trabalho na Suiça:
"........
Eu - Pois, já estive emigrado mas foi na Polónia
Ele - Ah, Polónia, sim. (pausa).... Na zdrowie.
Eu - (sorriso)
Ele - Há lá uma polaca no meu trabalho. As polacas são todas boas. Mas car****, andar com uma polaca é impossível. São muita mandonas.
Eu - (outro sorriso)
Ele - O gajo dela, se ela lhe diz para ele não beber mais, ele não bebe. Fo**-**! Parece um caniche nas mãos dela. Deus me livre.
Eu - Eu sei. Elas são mesmo assim, elas é que mandam neles. Porra.
......... "

quinta-feira, março 27, 2008

Piada sobre polacos

Quando vi esta piadola num site de um tuga (http://jogodasueca.blogs.sapo.pt/) que viveu na Suécia, tinha de colocar isto no meu blog. Portanto, inauguro aqui a rubrica: piadas sobre polacos.
A- Sabes o que é que os polacos fazem quando viajam para a Suécia?
B- Não.
A- Enchem a bagageira do carro de álcool e metem-se no ferry. Quando chegam à Suécia, vendem as bebidas e ficam logo com 3 meses de salário do país deles.
B- Então mas se trazem tanto álcool não têm de declarar na alfândega?
A- Pois, realmente se forem apanhados vão para a prisão. Mas enquanto estão presos recebem o equivalente a 2 meses de salários na Polónia.

terça-feira, março 11, 2008

Sim, não, no tak = confusão

Não significa negação em português. No será em inglês. Nie em polaco. Mas em polaco, no significa sim (exemplo: No tak - sim, claro). E agora, isto já me começa a afectar o modo como eu falo português. Já sinto que pertenço àquele grupo de pessoas que inicia todas as respostas com a palavra não, do género: “Então, gostaste do filme? Não, foi espectacular” ou “Achas que devo esquecer a ideia de suicidio? Não, de facto deves”.
Isto é um hábito linguístico que é complicado de tirar e que vai exigir tempo, mas que tem de ser feito para meu bem. Senão, já tou a ver a situação extrema (hipotética atenção) que se pode gerar: “Então, aceita como sua esposa esta mulher? Não, aceito”. Aborrecido depois para explicar.....

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Diferenças culturais - a frontalidade polaca versus os rodeios portugueses

Há diferenças culturais em todos os contextos possiveis quando uma pessoa está num pais estrangeiro. A seguir, dois pequenos diálogos ficcionados, mas que podiam muito bem ser verdade. Um em Portugal outro na Polónia.
Em Portugal:
Cliente A – Olhe muito bom dia. O meu nome é Maria Albertina e estou a ligar da empresa Couves SA. Gostaria de saber se vendem o produto Y.
Fornecedor B – (resposta)
Cliente A – E com quem posso falar para poder encomendar isso?
Fornecedor B – (resposta)
Cliente A – Uhm, por esse preço vai ser complicado. Não dá para fazer aí uma atenção?
Fornecedor B – (resposta)
Cliente A – Sim, acho que consigo pagar a 30 dias, e assim já dá então para o desconto de 10%. E quando conseguem entregar isso?
Fornecedor B – (resposta)
Cliente A – Se você conseguisse isso uma semana antes estava a ajudar-me imenso.
Fornecedor B – (resposta)
Cliente A – Pois, então veja lá o que consegue fazer quanto ao prazo. Mas pronto, vou enviar a nota de encomenda disso, e depois fico à espera da vossa confirmação. Bom dia, foi um prazer falar consigo, e vamos estando em contacto.

Na Polónia:
Cliente A – Bom dia. Chamo-me Kasia Basia, e ligo da empresa Bananas SA. Quero comprar o produto Y.
Fornecedor B: (alguns momentos). Bom dia. Isso nesse momento não temos em stock, custa N zlotys, pagamento no acto da encomenda e entrega a 4 semanas.
Cliente A: Ok, então envie os dados para poder validar a encomenda, incluindo os seus dados de conta bancária. Bom dia

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Serviço ao cliente na Polónia (existe ou nem por isso?)

No momento da escrita destas linhas encontrava-me num bar sentado numa mesa em lugar central, e com empregados de mesa a passar de um lado para o outro. Já lá iam passados uns morosos (ou merdosos) 20 minutos, e ninguém se dignou a dirigir-se a este reles personagem para o servir.
Pelo tempo que já ando pela Polónia, sei que este tipo de situações são corriqueiras, pois aqui não existe tanta pressão para consumir algo a partir do momento em que se põe o pé num bar. Agora porra, uma pessoa está sozinha num bar há mais de 20 minutos. Como se não bastasse ter de recorrer a uma caneta e papel para ocupar o tempo num bar, nem me dão a possibilidade de pedir uma bebida. Restou-me esperar mais 5 minutos e pus-me na alheta sem ter tocado em nada. Que bela trampa de atendimento. No whisky, no tip, no nothing for them.

terça-feira, novembro 20, 2007

Polónia social

Polónia, país com crescimento bestial, desemprego diminui brutalmente, centros comerciais a abrir que nem cogumelos, malta a especular em apartamentos, and soione. Mas como em tudo na vida, há sempre as pessoas menos favorecidas.
A imagem não é bem visivel, mas foca-se em duas pessoas que andam com carrinhos de mão, pelo centro da cidade (neste caso, Wrocław), para recolher basicamente lixo (cartões, plástico, etc). Claro está que para recolher lixo, é necessário procurar nos caixotes do lixo, e já por várias vezes vou a por o lixo nos contentores, e lá está uma pessoa à procura de coisas que para mim não têm valor, mas que para outros servem de meio de sobrevivência. Isto são o tipo de situações que dão sempre que pensar. Mas tal como em Portugal, também aqui, a minha acção fica pela reflexão de como ajudar estas pessoas.

terça-feira, setembro 04, 2007

Papel Higienicu

Nem tinha reparado muito neste facto, mas uma compatriota alertou-me para o facto de ainda ser possível comprar na Polónia papel-higiénico à unidade. Confesso que ainda não vi isto noutro país da Europa, e que se calhar este devia ser um indicador de desenvolvimento tido em consideração nas estatísticas económicas. Claro está que se vende os tradicionais 4-pack, 6-pack e afins, mas em alguns supermercados, lá estão os rolos solitários para aquelas pessoas que têm um salário de merda, e que para poupar uns trocos, vão comprando este item à unidade. Além do mais, e julgo que pela foto não é muito perceptível, a qualidade do mesmo não é grande coisa. Cor acinzentada, grosseiro e quiçá áspero. Auch.

sexta-feira, julho 27, 2007

Momentos em família

Um pai a mostrar ao filho como funciona uma metralhadora. Que bonito. E tive pena de não ter conseguido tirar uma foto momentos antes, quando o petiz tão enternecido tinha uma metralhadora do exército nos seus braços. Desgraçados dos meus familiares, que tendo 2 caçadeiras em casa, nunca me deixaram mexer nas mesmas enquanto era criança. Devia ter crescido na Polónia, onde as crianças têm mais oportunidades, e mesmo uma melhor educação.

terça-feira, março 06, 2007

Passo a passo

Não sou nem pouco mais ou menos uma pessoa que goste de andar devagar, mas devo reconhecer que na Polónia vejo a juventude a caminhar na rua a uma velocidade alucinante. Concentrando-me apenas no que é relevante, é curioso ver como as polacas aproveitam as suas pernocas e uns glúteos em forma para em escassos momentos se eclipsarem do meu campo de visão. Mais, andam depressa mas de forma graciosa.
A explicação mais básica para isto é: faz frio, então as pessoas têm de andar mais depressa. Mas isto do tempo não explica muito, pois se no Alentejo faz calor e as pessoas andam mais devagar, duvido que na Etiópia faça menos, e os tipos correm que se fartam. Portanto, preciso mesmo de perceber porque é que elas andam tão depressa. Ou então, para quê ver isto como um problema?

terça-feira, janeiro 23, 2007

Palumbu

Lisboa - Cidade das sete colinas.
Coimbra - Cidade dos estudantes.
Paris - Cidade luz.
Chicago - Cidade ventosa.
Cracóvia - Cidade dos pombos.
Por não pertencer ao meio columbófilo não sei se Cracóvia é tipo Meca do Centro da Europa em relação aos pombos. O que sei é que, comparando com Lisboa (onde esta peste já existe em abundância), é incrivel a quantidade de pombos que se vê por aqui. Na praça central, ao pé de restaurantes, dentro da estação de comboios (sim, dentro), nos túneis, e o diabo a sete, tenho de gramar com isto. Pior, parece que há algumas (muitas) pessoas que gostam dos bicharocos, que lhes dão de comer, ficam com eles nos braços. Para essas pessoas só me apetecia dizer: E se após ter dado essa milharada toda, fosse ali limpar as pedras e estátuas que os seus amiguinhos com asas conspurcaram?
Columbofilia sim, agora zés-marias-pincel a dar comida a pombos de rua, que não fazem ponta de corno senão chatear e poluir, chateia-me.
Mas já agora, para não ser demasiado injusto com a cidade, epítetos como cidade de estudantes, cidade dos mil e um bares, ou cidade-mãe da Polónia podiam assentar a Cracóvia.

domingo, janeiro 21, 2007

Antroponímia

Em Portugal, durante os tempos da ditadura, e principalmente entre os anos 40 e 60 tenho a sensação que quase todos os pais portugueses não perderam muito tempo a escolher os nomes para os filhos. Se fosse um bombeirinho, chamou-se António, Manuel ou José. Se fosse rapariga, nem havia volta a dar, teria de ser Maria.
Parece que fenómeno idêntico ocorreu aqui pela Polónia durante o início dos anos 80 (também sob efeito de uma ditadura). Focando-me só no nomes das raparigas, é incrível a quantidade de Katarzynas e Małgorzatas que uma pessoa conhece. E como é tradição por aqui, toda a gente é tratada pelo diminuitivo (será por terem nomes demasiado dificeis de pronunciar?). Por isso, quando se diz que se falou com a Kasia ou com a Gosia, é necessário ser mais específico, porque isto Kasias e Gosias há muitas.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Triângulo vs Bola



Situação: vontade de ir mudar a água às azeitonas. Cenário: indicação de WC a 50m. Informação: WC bolinha e WC triângulozinho. O que raio é isto, é a reacção nº 1 que todos os estrangeiros terão ao ver isto. A reacção nº 2 será, ok, triângulo para baixo, portanto é a casa de banho das gajas.
Dedução errada. Afinal o triângulo é para os gajos e a bola identifica gajas. Lamento, mas não sei a razão de ser. Felizmente, estes sinais não surgem assim tantas vezes, mas para quem não sabia disto, interprete os sinais usando a lógica "normal", e depois escolha o oposto.

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Cinema na Polónia

Já referi aqui a dificuldade que eu tenho em ver televisão polaca, e por isso mesmo uma das possiveis soluções podia passar por ir ao cinema. E as coisas no cinema melhoram significativamente, pois os filmes têm legendas em polaco, mas mantêm o som original.
Agora por vezes torna-se complicado saber qual o filme que vou ver por duas razões: primeiro não percebo a tradução do título e segundo nem sempre reconheço os nomes dos actores (ver foto).

domingo, novembro 12, 2006

Polka not Polska

- Chewbacca é um Wookie com 2m de altura, e no entanto vive no planeta Endor juntamente com uns anões dos Ewoks.
- António Guterres foi dos mais indecisos e incompetentes governantes portugueses, e posteriormente foi nomeado para Alto Comissário das Nacões Unidas para os Refugiados.
- Existe uma dança chamada Polka, mas que na verdade é originária da República Checa.
Será que isto faz sentido? Claro que não, nada disto faz sentido!
Bem, nem tudo. Em relação às duas primeiras situações não encontro explicação, mas em relação à Polka, este nome foi atribuido como forma de homenagem dos checos aos polacos aquando de uma rebelião contra a Rússia em 1830.
A título de curiosidade, uma das danças típicas da Polónia chama-se sim Polonez.