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quarta-feira, junho 08, 2011

Arquipolacadas X - Pinturas fachadas prédios

Para que não se julgue que todos os prédios na Polónia são cinzentões e sem piada, ficam aqui duas provas do contrário :)
Esta primeira foto diz respeito a um concurso de murais que houve. Para quem esteja curioso, está aqui uma galeria com fotos de outros trabalhos.

sábado, dezembro 18, 2010

Arquipolacadas IX - Capelas em madeira

Como se está numa época natalícia, ficam aqui umas fotos de algumas capelas em Zakopane. Em madeira naturalmente, e com telhados bem inclinados.
Uma coisa é certa, são muito mais acolhedoras do que as que existem por Portugal.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Arquipolacadas VIII - Pavilhão Multi-usos

Pode não parecer, mas este pavilhão multiusos tem praticamente 100 anos e é património mundial. Aliás, quando vi, pensei que fosse algo de meados dos anos 50. Traduzindo aqui a informação do site www.halaludowa.wroc.pl/ :
"Este edifício foi projectado pelo arquitecto Max Berg, que iniciou os primeiros esboços em 1910 deste monumental edifício multi-usos. Os desenhos finais previam uma estrutura quadrilátera com uma cúpula central de grandes dimensões (65m), em betão armado (um material novo à época). À data era a maior construção neste material e tinha a maior cúpula construida desde o Panteão de Roma (feito 18 séculos antes). A construção foi concluida em escassos 20 meses, sendo inaugurado em Maio 1913."
Este edifício fez parte de uma série de obras destinadas a comemorar os 100 anos da vitória em 1813 contra Napoleão. E daí o nome que lhe foi dado: Pavilhão Centenário.
Fica em Wrocław, que aquando da sua construção pertencia à Alemanha e se chamava Breslau.

terça-feira, maio 18, 2010

sábado, fevereiro 20, 2010

Monos Comunistas IV - Spodek

Esta é a foto do Spodek, em Katowice, e pelo que consta ainda é o maior pavilhão multiusos da Polónia. Inaugurado em 1971, até é injusto apelidar isto de mono pois até tem o seu interesse arquitectónico e acima de tudo de engenharia. Infelizmente, só tive a oportunidade de passar lá ao pé, não chegando a entrar. A verdade é que mesmo agora este edifício parece algo estranho. Mais info em inglês em http://en.wikipedia.org/wiki/Spodek.

terça-feira, agosto 18, 2009

Não tão monos germânicos I

Já aqui referido no blog, mas agora ponho um link para a história deste castelo localizado em Poznań. Construído por prussianos em 1910, passou para mãos polacas em 1918, depois para os alemães em 1939, bastante destruido em 1944 e depois de novo polaco.
Mais atarracado do que na versão original, mas mesmo assim bastante interessante. Pelo menos por fora, pois por dentro não o visitei. http://www.zamek.poznan.pl/index.php?s=155&k=1.

domingo, março 08, 2009

Arquipolacadas - VI

A imagem de marca estereotipada de um país ex-comunista são os prédios todos iguais uns aos outros. É verdade sim que existem muitos bairros com bisarmas deste género. Edifícios de 10-12 pisos, colados uns aos outros, iguais, e com uma consensualmente (feia) cor de cimento.
Mas na maior parte das vezes, existem espaços verdes em seu redor, o que de certa forma alivia a dor....

quarta-feira, novembro 05, 2008

Arquipolacadas - V

Na foto é possível vislumbrar indícios de que isto pertence a uma cozinha. Está lá o lava-louça (mas sem espaço para pôr os pratos a escorrer). Vemos azulejos e no canto inferior direito aquela coisa é um frigorífico. Faltaria só portanto um fogão. E faltava mesmo, não havia fogão aqui para o pobre emigra. Mas para "colmatar" - pfffff - isso, tinha à minha disposição uma placa eléctrica com uma só base e que deu para esturricar várias vezes aquilo que queria cozinhar. Et voilá, temos aqui uma cozinha polaca de um apartamento modesto.
Sim, porque a cozinha não era mais do que um lado (máximo 1.20m comprimento) do corredor de entrada do "apartamento". Do lado oposto do estreito corredor estava a casa de banho, o que há que dizer que até podia ser visto por um prisma positivo, pois era possivel tar muito bem sentadinho no WC e com um ligeiro estender de braço, dar um jeito na frigideira.
Nota: Para os que não sabem, este foi o apartamento que a simpática empresa que me levou para a Polónia me providenciou para ficar durante o primeiro mês. Não se tratou de poupança de custos ou de pura sacanice, não senhora. Eu vejo que apenas quiseram providenciar uma sensação de aconchego só ao alcance de um apartamento com....15m2, num rés-do-chão, em que a cama ocupava 2/3 do quarto e sem uma mesa para comer.

quinta-feira, setembro 11, 2008

Arquipolacadas - IV

Sei que não é/foi só a mim que me calhou viver em casas com soluções arquitectónicas esquisitas, mas com o mal dos outros posso eu bem. Evitei (e paguei mais por isso), para por exemplo evitar apartamentos em que na casa de banho constasse o esquentador/cilindro. Durante uns 3 meses aluguei um apartamento nessa situação e mesmo com a porta da casa de banho toda aberta, era sempre um stress a pensar em possiveis fugas de gás.
Mas, nesta posta, é para falar da minha casa de banho da casa que tive em Poznań que tinha dois pormenores engraçados (entenda-se estúpidos). O melhor deles é que a porta da dita era praticamente toda de vidro (um pouco baço, mas não o suficiente). Ou seja, privacidade era coisa que não existia. Mas isto até nem era problema com visitas femininas.
O segundo detalhe, é que não só era estúpido como perigoso. Então não é que alguém decidiu que era boa ideia colocar uma tomada eléctrica na parede junto a uma das extremidades da banheira?? Eu nunca experimentei, mas desconfio que se por acaso uma chuveirada acertasse na tomada, era capaz de causar aborrecimentos chocantes.
Como piéce de resistence, o dono do apartamento trabalhava em arquitectura de interiores!

quinta-feira, maio 08, 2008

Monos Comunistas I

Abro aqui mais uma rúbrica, esta especialmente dedicada à porcaria arquitectónica que os comunistas fizeram na Polónia. Este exemplo está situado na cidade de Rzeszów (sudeste da Polónia). A foto não é clara, mas esta coisa manda-se à vontadinha para uns 30m de altura para que se veja mêmo, mêmo bem. Ao lado deste "monumento" encontra-se agora um skate-park.

sábado, janeiro 26, 2008

Arquipolacadas - III

As casas de banho normalmente não são dos tópicos mais discutidos em blogs. No entanto, e numa onda de contra-corrente aqui vai uma pequena abordagem, mais concretamente sobre os lavabos. É muito comum encontrar em casas velhas cubiculos que não têm mais do que a sanita (vulgo cagadouro). Assim, após uma pessoa realizar a tarefa nº1 ou nº2, tem de lavar as manápulas a outro cúbiculo onde está o lavatório.
Ora estando este processo disperso por dois locais, é expectável que indivíduos mais bácoros descurem a parte do lavatório. Posto isto, dar apertos de mão a polacos é sempre algo que enfrento com temor, pois ao invés de másculo aperto de mão, tento sempre algo o mais delicado possivel. Assunto de caca este, mas o ritmo de trabalho não permite uma melhor iluminação de ideias.Mea culpa.

segunda-feira, setembro 10, 2007

Arquipolacadas - II

Existem vários pormenores que se notam nos edifícios por esta terra fora. Um deles é a maneira como são assinalados os números das portas nas zonas mais antigas. Têm uma espécie da lanternazita, onde está escrito o número da rua bem como o nome. Além disso, existem as placas, em que ainda adicionam o bairro da cidade.
Outra das coisas, é como em muitos edifícios, existe na parede exterior uma placa indicando onde estão localizados canos do gás, e se não me engano, isto deve dar jeito no inverno quando existe bués de neve.

quinta-feira, julho 26, 2007

Arquipolacadas

Não é que o centro de Cracóvia seja exactamente como o de Praga, p.ex., onde mesmo quase todos os prédios têm as fachadas impecavelmente conservadas, e segundo sei, os proprietários na República Checa até recebem apoios para as pintar. Mas o que é verdade, é que cada vez mais fachadas vão ganhando novas cores. No centro histórico o problema julgo que nem tenha sido tanto a poluição vinda dos automóveis, mas sim, oriunda dos complexos indústriais na periferia de Cracóvia. A coisa boa, é que por aqui estes tipos de prédios não têm tanta pedra como em Portugal (que é mais difícil de limpar, logo mais caro). Cada vez que me lembro por exemplo do número de prédios na Av. da Liberdade que estão completamente encardidos de sujidade, até me apetece chorar.
Nas fotos, pode-se ver dois exemplos de prédios bem característicos, e que por acaso estavam na mesma esquina. Um pintado de fresco e o outro já não vê tinta à séculos. Prédios de dois/três andares, com fachadas largas, tectos altos e sempre com cave. E as áreas deste tipo de apartamentos, são normalmente bem generosas (p.ex., salas de 40m2). Casas de ricos nesta zona, claro está (ou pelo menos foram).

quarta-feira, junho 13, 2007

Páteo das Surpresas

Algo que acho bastante piada na Polónia são os páteos dos edifícios. Principalmente nos centros históricos, muitos deles são uma autêntica caixa de surpresas. Esplanadas, restaurantes, hóteis,lojas...ou parques de estacionamento. Muito interessante pois alguns deles estão mesmo em prédios cuja fachada da rua até mete medo ao susto, mas uma vez nas traseiras tudo pode mudar de figura.
Da primeira vez que notei isto fiquei algo surpreendido, pois pensava que o conceito de páteo era algo predominantemente árabe, mas dá a ideia que também na Polónia a arquitectura também priveligiou o convívio entre a vizinhança. Escusado será dizer que nos prédios novos, este espírito já está bem mais diluido.

sábado, março 24, 2007

Centros Comerciais

Já por aqui referi o mercado dos centros comerciais na Polónia. E também julgo já ter dito que é um mercado em franco crescimento. Há cerca de uns quatro meses abriu em Cracóvia finalmente um centro comercial ao qual nós estamos habituados pela sua dimensão (tem 270 lojas por três pisos, e a titulo de comparação o Almada Forum tem 260), e com quase todas as marcas que há em Portugal (Zara, H&M, C&A, Pull & Bear por exemplo). Regra geral, os preços destas lojas são os mesmos ou mais caros do que em Portugal, pois por exemplo na Polónia a Zara tem um posicionamento mais elevado. Isso pode também explicar o facto de que vejo menos pessoas no centro comercial, e também andam com menos sacos na mão.
Nos centros comerciais em já estive, noto algumas diferenças em relação a Portugal. Os supermercados-âncora são mais pequenos, as dimensões das lojas também o são e o mais óbvio mesmo é a área de restauração. Por exemplo, em centros comerciais do tamanho de um Vasco da Gama, podem existir menos de 10 sítios para almoçar/jantar. Especificamente no caso do Galeria Krakowska, há algumas particularidades: não existe estacionamento subterrâneo (ao invés é ao lado e no topo do edifício; por causa disso o supermercado fica no último piso!; e a área central de restaurantes (10 +-) fica exactamente no meio do último piso (num ponto de passagem) existindo ainda alguns restaurantes no rés-do-chão (pelo que qualquer dia estou numa loja de roupa e ainda pode-me cheirar a grelhados).
Como a localização é excelente, ao lado da estação central e a 5min a pé da praça central e a 10min de minha casa, é fácil ceder à tentação de ir lá muitas vezes. Felizmente, já conheço alguns centros comerciais, pelo que não vou lá mais do que 2 ou 3 vezes por semana. 4 às vezes, pronto.http://www.galeria-krakowska.pl/index2.php

quarta-feira, setembro 20, 2006

É uma casa polaca concerteza

O esquentador está dentro da casa de banho? A cozinha é uma bancada com 1 metro de largura, e tem um ou dois (se tiver sorte) bicos de fogão? O sofá-cama é a solução para dormir? Se a resposta for positiva a todas estas perguntas, então é provável que se trate da descrição de um pequeno apartamento no centro de Cracóvia com 20 anos ou mais.
Ao contrário do que se possa pensar, os preços não são muito baixos quando comparados com Portugal (principalmente se falarmos de estúdios). 270 eurios por um a 15min a pé da praça central de Cracóvia não é propriamente uma pechincha para 20m2. Mas ao menos posso responder negativamente às duas primeiras perguntas do parágrafo anterior (uff).
Se no exterior dos prédios se notam diferenças arquitectónicas, no interior de cada vez mais apartamentos podemos encontrar aquele mobiliário do diabo que dá pelo nome de IKEA, e que é um atentado ao individualismo e à diferença. Tirando as tomadas de electricidade serem diferentes, não encontro mais nada no meu apartamento que me permita dizer que não estou em Portugal. Minto, a vista das minhas janelas aqui em Cracóvia é bem melhor do que em Lisboa. Obrigado vizinha!